Publicação / CREPOP


Referências técnicas para a atuação das(os) psicólogas(os) no Sistema Prisional

Referências técnicas para a atuação das(os) psicólogas(os) no Sistema Prisional

Publicado em 30 de novembro de 2012
Categoria: CREPOP
A ação do psicólogo dentro desse setor é voltada para avaliações psicológicas - tanto dos presos , quanto dos familiares - elaboração de relatórios, realização de laudos e pareceres sobre as situações em que o profissional de deparou, participação nas relações institucionais e realização de pesquisas. Poderá programar e estabelecer eventos de conscientização, coordenar a biblioteca e fazer pronto atendimento aos presos, atuar em rede e elaborar projetos e realizar reuniões para que se o sistema prisional.

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Referência Técnica para Atuação de Psicólogas(os) em Programas de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto

Referência Técnica para Atuação de Psicólogas(os) em Programas de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto

Publicado em 30 de setembro de 2012
Categoria: CREPOP
O psicólogo deste campo, em conjunto com uma equipe multidisciplinar, deve garantir a disponibilidade de uma rede de serviços sócio comunicativas para a reinserção social adolescente. A psicologia se insere como meio de compreensão dos vínculos afetivos e sociais do jovem para uma correta aplicação de medidas socioeducativas que impeçam a reincidência e o ingresso do adolescente no sistema de privação da liberdade. Através deste trabalho, é possível mostrar para o adolescente que existem outras possibilidades e trajetórias existenciais fora do mundo da contravenção.

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Referências Técnicas para a atuação de psicólogos no âmbito das Medidas Socioeducativas em Unidades de Internação

Referências Técnicas para a atuação de psicólogos no âmbito das Medidas Socioeducativas em Unidades de Internação

Publicado em 30 de abril de 2010
Categoria: CREPOP
Os psicólogos deste campo devem adotar medidas que reinsiram o jovem infrator na sociedade, conforme os direitos dos adolescentes normatizados pela Eca e organismos internacionais. A atuação do psicólogo deve ser crítica, fazendo uso da psicologia para compreender os adolescentes e suas inquietações e motivações, além de garantir a qualidade das medidas socioeducativas. O profissional de psicologia deve compreender ações que busquem uma inserção social significativa que não acarrete em traumas para o jovem que ali ficará.

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Referências Técnicas para atuação do(a) Psicólogo(a) no CRAS/SUAS

Referências Técnicas para atuação do(a) Psicólogo(a) no CRAS/SUAS

Publicado em 30 de junho de 2008
Categoria: CREPOP
O CRAS é responsável pela oferta de serviços ligados a proteção social básica e de Assistência Social às famílias, grupos e indivíduos em situação de vulnerabilidade social. O psicólogo dentro dessa área pode atuar exercendo atividades com a intenção de dar a atenção para prevenção de situações de risco, identificar e criar serviços e redes de apoio julgadas necessária para o beneficio coletivo e individual, enfatizar as relações do individuo com os seus contextos e pautar sua atuação pelos marcos normativos da Assistência Social. Fazer acompanhamento clínico de natureza psicoterapêutica, acessar os diversos pontos da rede de serviços públicos existentes, fazer visitas para efetivar os direitos dos usuários e produzir intervenções em serviços, programas e projetos afiançados na proteção social básica.

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Serviço de Proteção Social a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Abuso e Exploração Sexual e suas Famílias: referências para a atuação do psicólogo

Serviço de Proteção Social a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Abuso e Exploração Sexual e suas Famílias: referências para a atuação do psicólogo

Publicado em 30 de junho de 2008
Categoria: CREPOP
O psicólogo que trabalha nesta área deve adotar medidas de atendimento, acompanhamento e controle da rede de tratamento de crianças e adolescentes que sofrem abuso. É de fundamental importância que exista um trabalho interdisciplinar que promova no jovem a construção e a reconstrução de sua representação no mundo. O trabalho do profissional deve se basear no oferecimento de subsídios para a atividade de identificação e responsabilização dos agressores, bem como um plano de atendimento em conjunto com a família, a fim de conscientizar e reforçar os vínculos afetivos dentro do seio familiar tendo como objetivo diminuir os casos de violência e abusos.

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